brinquedos, maternidade, Passeios

Modelódromo do Ibirapuera ganhará uma série de brinquedos acessíveis

 

Uma série de brinquedos acessíveis, projetados pelo designer Lao Napolitano, da Lao Design, serão instalados em cinco áreas públicas de São Paulo. Os parquinhos, que têm inauguração prevista para agosto, atendem a crianças e adolescentes com limitações motoras e intelectuais.

Entre as peças, estão um balanço para cadeirantes, um trepa-trepa e três painéis sensoriais, um deles repleto de cubos giratórios com desenhos que formam frases, outro com peças de ábaco e o terceiro de tubos sonoros.

Há também dois bancos em forma de gafanhotos e uma cadeira-flor oscilante, ambos para ajudar na coordenação dos movimentos. “A ideia é que todas as crianças usem esses espaços e não apenas as deficientes”, afirma.

Esse avanço na criação de espaços públicos de uso universal é resultado do trabalho iniciado em 2015, por um grupo de empresas e profissionais da iniciativa privada, em parceria com Secretaria da Pessoa com Deficiência, da Prefeitura de São Paulo.

Dos locais que receberão os playgrounds, dois foram definidos: O Parque Raul Seixas, em Itaquera (Rua Murmúrios da Tarde, 211) e Praça Ayrton Senna (Modelódromo do Ibirapuera / Rua Curitiba, 290).

Histórico dos brinquedos

As peças, segundo o designer, têm origem em um brinquedão, criado em parceria com profissionais do Lar Escola São Francisco (LESF), para o Parque do Ibirapuera, em 2010. “Nessa mesma estrutura, que mede em torno de 100 metros quadrados, reunimos elementos bem diversificados, que vão de instrumentos musicais a escorregador e balanço”, explica Napolitano.

Em 2014, ao lado de equipes multidisciplinares, que integravam (muitos ainda integram) o projeto Anna Laura Parques Para Todos (ALPAPATO), foram criadas, a partir da experiência do brinquedo gigante, peças menores e mais econômicos. A Associação de Assistência à Pessoa com Deficiência (AACD), da Mooca, foi a primeira instituição contemplada, em 2014.

Hoje, mais de dez entidades de todo o País utilizam os equipamentos com fins terapêuticos e de pesquisa para aperfeiçoamento. “Nosso trabalho não acaba quando a obra é entregue, explica o designer. “Acompanhamos os usos, em visitas regulares, para possíveis melhorias e descobertas”, finaliza.

 

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